Mataram Beethoven!


Um alerta contra o aborto
Um professor desejando mostrar aos alunos como é falha a lógica humana propõe o seguinte caso: “baseado nas circunstancias que mencionarei a seguir, que conselho dariam a uma certa senhora, grávida do quinto filho?
O marido sofre de sífilis, ela de tuberculose. Seu primeiro filho nasceu cego. O segundo morreu. O terceiro nasceu surdo, e o quarto é tuberculoso. Ela está pensando seriamente em abortar a quinta gravidez. Que caminho vocês lhe aconselhariam?
Os alunos pensaram, e diante das circunstancias sugeriram que o aborto seria aconselhável para que não nascesse mais um filho defeituoso. O professor, então, lhes respondeu: “se vocês disseram sim à idéia do aborto, acabaram de matar o grande compositor, Ludwig van Beethoven”.
Aborto e a visão Bíblica
Do latim abortum. Com o significado de “por-se o sol, desaparecer no horizonte e, daí, morrer, perecer”.
Segundo o grande dicionário de medicina, aborto “é a expulsão espontânea ou provocada do feto antes do sexto mês de gestação, isto é, antes que o feto possa sobreviver fora do organismo materno. O embrião é uma pessoa. Mesmo sem ser uma pessoa completa, não é subhumano. É uma pessoa em formação, em potencial. Da primeira á oitava semana (2 meses), completam-se todos os órgãos, apresentando inclusive as impressões digitais. Aos três meses, no útero, o bebe já está formado esperando crescer para vir à luz. Mesmo como ovo, ou feto, desde a concepção, cremos que o bebe não só tem vida, mas possui alma e espírito dentro dele. (ver Zacarias 12.1 b)
“os teus olhos viram o meu corpo ainda informe, e no teu livro todas estas coisas foram escritas, as quais iam sendo dia a dia formadas, quando nem ainda uma delas havia” (Salmo 119.16)
“pois possuíste o meu interior; entreteceste-me no ventre de minha mãe” (Salmo 119.13)
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