Ahmed Kathrada, o (Kathy) ativista sul-africano companheiro de luta de Nelson Mandela contra o apartheid (um sistema institucionalizado de segregação racial e discriminação na África do Sul entre 1948 e 1991, quando foi abolido), morreu esta segunda-feira em Joanesburgo, aos 87 anos.
Kathrada (21.10.1929 - 28.03.2017) estava entre os que foram julgados e presos juntamente com Mandela, no julgamento de Rivonia, em 1964.
Passou 26 anos e três meses na prisão, 18 dos quais em Robben Island, ao largo da Cidade do Cabo.
Foi uma das figuras de primeiro plano durante as negociações entre o Congresso Nacional Africano (ANC) e o regime branco que contribuiram, nos anos 1990 para o fim do apartheid e as primeiras eleições livres do país em 1994.
Depois do fim do regime de apartheid, Kathrada foi eleito membro do parlamento e conselheiro do presidente Nelson Mandela no primeiro governo do Congresso Nacional Africano, entre 1994 e 1999.
Kathrada é autor do livro "No Bread for Mandela"  onde conta sobre seu período de prisão e  a emocionante história da batalha vitalícia de Kathrada pela justiça na África do Sul.
Aos dezessete anos, Kathrada deixou a escola para se tornar um organizador de jovens para o Conselho de Resistência Passiva do Transvaal e ajudou com a união de vários grupos de oposição sob a liderança do Congresso Nacional Africano.
Preso em 1963, aos 34 anos, acusado de sabotagem e conspiração contra o governo sul-africano, Kathrada foi sentenciado a prisão perpétua.
Embora ele, Nelson Mandela, e outros prisioneiros africanos estavam cumprindo a mesma sentença, sob os regulamentos da prisão do regime do apartheid, Kathrada, que é de ascendência índia, recebeu melhor tratamento.
Indignado com as desigualdades do apartheid e não querendo admitir a derrota, mesmo na prisão, Kathrada e seus companheiros prisioneiros continuaram a luta pela igualdade e justiça.
Na prisão, a forma mais extrema de protesto e luta foi a greve de fome. Kathrada também foi instrumental na organização de uma rede secreta de comunicação entre prisioneiros em diferentes seções da prisão e com o mundo exterior.
Esta memória rebitadora, abrangendo a história da África do Sul moderna, Lança nova luz sobre a luta contra o apartheid.
"Nenhum pão para Mandela" é o relato emocionante e perspicaz de um homem que serviu entre um quadro leal do Congresso Nacional Africano e ajudou a moldar a história do seu país.
Há 72 anos, em 27 de janeiro de 1945, o Exército Vermelho libertou Auschwitz, o maior e mais terrível campo de extermínio dos nazistas. Em suas câmaras de gás e crematórios foram mortas pelo menos um milhão de pessoas.
Auschwitz foi o maior e mais terrível campo de extermínio do regime de Hitler. Em suas câmaras de gás e crematórios foram mortas pelo menos um milhão de pessoas. No auge do Holocausto, em 1944, eram assassinadas seis mil pessoas por dia. Auschwitz tornou-se sinônimo do genocídio de judeus, sintos e roma e tantos outros grupos perseguidos pelos nazistas.
As tropas soviéticas chegaram a Auschwitz, hoje Polônia, na tarde de 27 de janeiro de 1945, um sábado. A forte resistência dos soldados alemães causou um saldo de 231 mortos entre os soviéticos. Oito mil prisioneiros foram libertados, a maioria em situação deplorável devido ao martírio que enfrentaram.
"Na chegada ao campo de concentração, um médico e um comandante questionavam a idade e o estado de saúde dos prisioneiros que chegavam", contou Anita Lasker, uma das sobreviventes. Depois disso, as pessoas eram encaminhadas para a esquerda ou para a direita, ou seja, para os aposentos ou direto para o crematório. Quem alegasse qualquer problema estava, na realidade, assinando sua sentença de morte.
Em seus movimentos em território europeu, em uma série de ofensivas militares contra a Alemanha nazista, as tropas Aliadas encontraram dezenas de milhares de prisioneiros em campos de concentração. Muitos deles haviam conseguido sobreviver às longas "marchas forçadas" que foram obrigados a fazer entre os campos da Polônia ocupada até o interior da Alemanha, mas estavam em péssimo estado físico, e todos sofriam de inanição e enfermidades diversas.

As forças soviéticas foram as primeiras a chegar a um campo nazista de grande porte, Majdanek, próximo à cidade de Lublin, na Polônia, em julho de 1944. Surpresos com o rápido avanço soviético, os alemães tentaram esconder as evidências do extermínio em massa demolindo o campo. As equipes nazistas atearam fogo ao enorme crematório utilizado para carbonizar os corpos dos prisioneiros assassinados mas, devido à pressa, as câmaras de gás foram deixadas de pé. No verão de 1944, os soviéticos também encontraram e invadiram os campos de extermínio de Belzec, Sobibor e Treblinka, que os alemães haviam demolido em 1943 uma vez que a maioria dos israelitas da Polônia já havia sido assassinada.

Em janeiro de 1945 os soviéticos liberaram Auschwitz, o maior de todos os campos de concentração e de extermínio. Quando os soldados entraram naquele campo, os nazistas já haviam retirado a maioria dos prisioneiros, obrigando-os a marchar rumo ao oeste da Alemanha nas infamemente conhecidas "marchas da morte", mas os soviéticos ainda encontraram vivos milhares de prisioneiros esqueléticos, tendo provas em abundância do extermínio em massa efetuado em Auschwitz. Embora os alemães em fuga houvessem destruído a maioria dos depósitos daquele campo, nos demais os soviéticos encontraram os pertences das vítimas roubados pelos nazistas, bem como centenas de milhares de ternos masculinos, cerca de 800.000 vestidos, e mais de 7.000 quilos de cabelo. Nos meses seguintes, os soviéticos liberaram mais campos nos paises Bálticos e na Polônia e, um pouco antes da rendição alemã, eles já haviam conseguido libertar os prisioneiros dos campos de Stutthof, Sachasenhausen e Ravensbrueck.

Forças norte-americanas liberaram o campo de concentração de Buchenwald, próximo a Weimar na Alemanha, em 11 de abril de 1945, poucos dias após os nazistas haverem iniciado sua evacuaçao. Naquele dia, uma organização secreta de resistência, formada por prisioneiros, conseguiu atacar e controlar Buchenwald, evitando assim as atrocidades comumente cometidas pelos alemães antes de se retirarem. Forças norte-americanas libertaram mais de 20.000 prisioneiros em Buchenwald, e, em seguida, liberaram os campos de Dora-Mittelbau, Flossenbürg, Dachau e Mauthausen.

As forças britânicas liberaram campos de concentração no norte da Alemanha, incluindo Neuengamme e Bergen-Belsen, próximo à cidade de Celle, havendo entrado neste último em meados de abril de 1945. Cerca de 60.000 prisioneiros foram encontrados com vida, embora a maioria estivesse em situação crítica devido a uma epidemia de tifo. Mais de 10.000 sobreviventes morreram poucas semanas após a libertação em decorrência de subnutrição e doenças.

As forças que libertaram os campos presenciaram condições inimagináveis impostas pelos nazistas, e encontraram pilhas de corpos que não haviam sido enterrados. Havia uma baixíssima percentagem de sobreviventes, os quais pareciam esqueletos devido às demandas do trabalho escravo e à falta de alimentos, somados aos muitos meses e anos de maus tratos. Muitos estavam tão fracos que mal podiam mover-se. As doenças eram um perigo constante e muitos dos campos tiveram que ser queimados para prevenir a propagação de epidemias. Somente após a liberação dos campos é que o mundo tomou conhecimento das horrendas finalidades a que se destinavam. Os sobreviventes enfrentaram um longo e árduo caminho até conseguirem se restabelecer.

Fonte: Enciclopédia do Holocausto (www.ushmm.org) | DW (www.dw.com)
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Gula foi imortalizada em capa da revista National Geographic em 1985 (Foto: Reprodução/ National Geographic)Gula foi imortalizada em capa da revista National
Geographic em 1985 (Foto: Reprodução/
National Geographic)
A menina afegã que ficou famosa por seus olhos verdes em uma capa da revista National Geographic em 1985 foi detida nesta quarta-feira (26) no Paquistão por posse ilegal de um documento de identidade nacional desse país, onde vive em um campo de refugiados.
Sharbat Gula, imortalizada pelo fotógrafo Steve McCurry, obteve supostamente documentos de identidade paquistaneses para ela e dois supostos filhos após subornar três funcionários, disse à Agência Efe um agente da Agência de Investigação Federal (FIA).
A refugiada afegã Sharbat Gula, em 1985 e 17 anos depois | Steve McCurry






A refugiada afegã de 46 anos, que não tem nacionalidade paquistanesa, será levada para uma prisão para mulheres, onde esperará até que um tribunal veja seu caso, e pode pegar uma pena de prisão de até sete anos.
"Ela pode ser expulsa do país", disse a FIA.
A polícia procura, além disso, os dois supostos filhos de Gula para detê-los.
A agência federal começou a investigar seu caso em fevereiro de 2015, em um momento no qual foram revelados vários casos de refugiados afegãos que tratavam de obter documentos paquistaneses para não ser expulsos do país.
Sharbat Gula foi detida por posse documento de identidade falso (Foto: FIA/AFP)Sharbat Gula foi detida por posse documento de identidade falso (Foto: FIA/AFP)
O Paquistão abriga 1,4 milhão de afegãos registrados legalmente e outros 900 mil em situação ilegal, o que os transforma em uma das maiores e mais antigas comunidades de deslocados do mundo que começou a chegar a território paquistanês com a invasão soviética em 1979.
Cerca de 456 mil desses refugiados retornaram ao Afeganistão neste ano, a grande maioria nos últimos três meses, perante o ultimato do governo paquistanês para que abandonem o país.
Gula foi imortalizada pelo fotógrafo americano Steve McCurry em um campo de refugiados da cidade de Peshawar em 1985.
Seu rosto envolvido em um lenço vermelho e seus poderosos olhos verdes transformaram a imagem da menina em um ícone da fotografia contemporânea.
McCurry voltou a fotografar Gula 17 anos mais tarde no Afeganistão e descobriu que a mulher, que então tinha 30 anos, desconhecia sua fama internacional.
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A Criança
A palavra criança vem do latim creatus, particípio passado de creare, “fazer, produzir, criar” do Indo-Europeu Ker- “crescer”. Uma criança é um ser humano no início de seu desenvolvimento. A infância é um período de grande desenvolvimento físico, psicológico e espiritual, época onde se formam as bases da personalidade. Do nascimento até o início da adolescência os pais são os principais modelos da criança, com quem elas aprendem, principalmente por imitação. Meu filósofo favorito (Cortella) escreveu em seu livro “Não nascemos prontos” que “gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não pronta e vai se fazendo”, a vida toma forma a cada dia e todos estamos em um intenso processo de “aperfeiçoamento”. As crianças estão no início da vida e devem conhecer seu Criador o quanto antes e saber sobre os planos dEle para sua trajetória. “Quem não receber o Reino de D'us como uma criança, nunca entrará nele.” (Mc 10.15) fam Evangelismo de crianças Todo ser humano é alvo do amor de Deus *(Jo 3.16);
Somos todos pecadores inclusive as crianças *(ler Sl 51.5) “Porque todos pecaram...” *(Rm 3.23 ler também Rm 5.12).
Ao conhecermos Jesus somos comissionados a levar as boas novas da Salvação a “toda criatura.” *(Mc 16.15) Isso inclui as crianças. Jesus se entregou em sacrifício também por elas *(II Co 5.14-15). Pesquisas apontam que 85% dos cristãos receberam a Cristo entre os 4 e os 14 anos de idade, por isso a evangelização infantil é tão urgente e importante “Assim, também, não é vontade de vosso Pai que está nos céus, que um destes pequeninos se perca”. *(Mt 18.14). “...disse-lhes: deixai vir a mim os pequeninos e não os impeçais; porque dos tais é o reino de Deus”. *(Mt 19.14).
A criança tinha papel central na pregação de Jesus *(Mc 9.36-37)
“E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como meninos, de modo algum entrareis no reino dos céus.” *(Mt 18.3).
D’us deseja ouvir o louvor das crianças *(Mt 21:16).
Diante de um quadro terrível, quando o povo estava sendo levado para o cativeiro, o profeta Jeremias desafia: “Clama ao Senhor pela vida de teus filhinhos” *(Lm 2.19).
Warren W. Wiersbe dizia que “O segmento mais importante da população e da igreja são as crianças. Uma geração, apenas, separa a igreja da extinção.
Se não ganharmos crianças para Cristo e discipularmos as crianças salvas nas doutrinas bíblicas, o futuro da igreja e da civilização estará em jogo” Vivemos num país que valoriza mais os cães do que as crianças. Segundo o IBGE em Junho de 2015 em cada 100 famílias brasileiras 44 criam cães (muitos com toda mordomia e pompa) e só 36 têm crianças. Nossa maior cidade(São Paulo) tem 4.000 PetShops (mais do que padarias) onde são gastos mais de 11 bilhões de Reais por ano. As ideologias não cristãs se empenham para arrebatar o coração das crianças, até mesmo o Governo “bombardeou” nossas crianças recentemente com cartilhas (ditas educativas) repletas de conteúdo pervertido ensinando as crianças a (pasme-se mas é verdade) se masturbarem a até a usarem drogas. Porém nem tudo são cinzas na Terra das Palmeiras¹. Enquanto em muitos países não existe permissão para o ensino da Bíblia às crianças, no Brasil (embora existam as dificuldades) temos liberdade para falar do amor de D’us em todos os lugares.
Se Paulo estivesse no Brasil de hoje certamente diria: “encontrei aqui ótimas oportunidades para um grande e proveitoso trabalho...” *(I Co 16.9).
Para Evangelizar e discipular crianças com eficiência e sucesso, é necessário conhecer as características, necessidades e interesses peculiares a cada faixa etária. Deus se agrada de quem se dispõe a cumprir sua ordem “Instrui o menino no caminho em que deve seguir” *(Pv 22:6).
Em I Coríntios 14:9 lemos: “Se com a língua não pronunciardes palavras bem inteligíveis, como se entenderá o que se diz? Porque estareis falando no ar”. Por isso a escolha da linguagem a ser usada em cada etapa da infância é muito importante. As palavras devem ser pronunciadas com uma entonação agradável e infantil. A Psicologia Educacional estuda as leis que governam o crescimento, desenvolvimento e comportamento do indivíduo e nos auxilia a vermos as peculiaridades de cada faixa de idade e como podemos revelar Jesus em cada um desses estágios da infância.
Veja:
0 - 18 meses Neste estágio, o bebê cresce rapidamente e é totalmente dependente de terceiros (geralmente, dos pais) para quaisquer coisas. Aos 18 meses, a maioria dos bebês já soltaram suas primeiras palavras, são egocêntricos, pois não compreende que faz parte de uma sociedade, e o mundo para ele gira em torno de si mesmo. Jesus – É apresentado através do ensino ilustrado. Há livrinhos de pano, livros para banho, e outros sempre muito coloridos e com figuras delicadas, específicos para esta etapa.

18 meses - 3 anos O principal aspecto desta faixa etária é o desenvolvimento gradual da fala e da linguagem. Aos três anos de idade, a criança já pode formar algumas frases completas usando palavras já aprendidas, e já fala cerca de 800 a mil palavras. A imaginação é fértil a ponto de as vezes não distinguir entre real e imaginário. Jesus – É apresentado usando rimas e movimentos ritmados em hinos, poesias e coreografias. Exercícios de expressão agradam e impressionam o sistema nervoso e este transforma as sensações em movimento.

3 - 4 anos Crianças desta faixa etária começam a desenvolver os aspectos básicos de responsabilidade e de independência, são altamente ativas e estão sempre explorando o mundo à sua volta. Os pais são os principais modelos, geralmente determinam se uma dada ação da criança foi boa ou má, muitas vezes recompensando-a pelas suas boas ações e castigando-a pelas suas más ações. Ainda é egoísta, só pensa em termos de “eu”, tudo é meu. É teimosa e quer fazer aquilo que lhe vem à mente. Contudo, são afetuosas. Gostam de música, canto. Sua tendência para imitar os outros influi no caráter, assim como a curiosidade influi no conhecimento. Jesus – É apresentado como o maior exemplo de vida. Essa é a época áurea da formação dos hábitos como oração, obediência, frequência aos cultos, contribuição, reverência na Casa do Senhor. Toda construção começa pelo alicerce, e aqui vemos o alicerce da vida. Nesse período é ensinado que sempre que a criança faz algo “mal” ou errado, o amigo Jesus fica triste e é preciso pedir perdão e não errar de novo pra que Ele continue sendo amigo e o pecado não venha a afastá-lO *(Isaías 59.2).

5 - 9 anos O período é marcado pelo desenvolvimento psicológico da criança, elas se desenvolvem e amadurecem socialmente, emocionalmente e mentalmente. São impacientes (o que querem, querem agora!). As avalanches de energia precisam ser despendidas sobre orientação. Se o seu tempo não for ocupado, encontrará muito o que fazer (nem sempre algo bom ou produtivo). A vida social da criança passa a ser cada vez mais importante, e é comum nesta faixa etária o que se chama de o(a) melhor amigo(a). Jesus – É apresentado por meio de um “plano de salvação” claro do tipo: D'us me ama *(João 3.16); Sou pecador *(Romanos 3.23); Jesus morreu na cruz por mim *(Romanos 5.8); Creio em Jesus *(Atos 16.31); Estou salvo *(Apocalipse 3.20); Por Ele tenho vida eterna *(João 11.25). Uma criança até essa etapa facilmente confia em D'us. Portanto, é o momento propício para apresentar a Palavra de D’us de forma expositiva e prática, com muito amor e respeito. Johann Goethe (Escritor, cientista e filósofo alemão que viveu em 1749-1832) dizia: “Só é possível ensinar uma criança a amar, amando-a”. Ou seja, elas respondem ao que oferecemos a elas... Nessa idade ela começa a comparar o certo e o errado, e é ágil, viva em descobrir as falhas dos adultos. Cuidado, pois com o exemplo.

10 - Pré-adolescência Essa faixa etária a partir do décimo ano de vida é época de intensas mudanças físicas e psicológicas: o que torna esta faixa etária uma área instável de desenvolvimento psicológico. Gostam do ar livre e excursões. Gostam de coisas arriscadas, como subir em árvores, rochedos e equilibrismo. O instinto de coleção aumenta nessa etapa, pode-se incentivar por conta disso a leitura de livros em série, revistas periódicas que contribuam para o fortalecimento da moral. A participação num grupo de amigos que possuem gostos em comum passa a ser de maior importância para a criança. Começam as preocupações como a expectativa de ser aceito por um grupo... Jesus – É apresentado como o grande herói. Esta é a época para fixar hábitos e costumes corretos como ler a Bíblia, localização de passagens, frequência aos cultos, estudos da lição da Escola Dominical, graças pelo alimento, etc. D'us deve ser apresentado como D'us forte e amoroso, amigo e herói... Esta é a idade ideal para a orientação sexual, porém deve ser ministrado pelos pais.

Bibliogragia:
• Postman, Neil. O desaparecimento da infância. Rio de Janeiro, Graphia, 1999. ISBN 85-85277-30-0
• Ariès, Philippe. A história social da criança e da família. [S.l.]: LTC, 1981. ISBN 85-216-1347-4
• Lawe, Marie-José Ch. de. Um outro mundo: a infância. [S.l.]: Perspectiva: Editora Universidade de São Paulo, 1991. ISBN 85-273-0044-3
• Eliot, Lise. What's Going on in There? : How the Brain and Mind Develop in the First Five Years of Life. [S.l.]: Bantam, 2000. ISBN 0-553-37825-2
• Mayes, Linda C. e Cohen, Donald J. The Yale Child Study Center Guide to Understanding Your Child: Healthy Development from Birth to Adolescence. [S.l.]: Little, Brown, 2003. ISBN 0-316-79432-5
• Winnicott, Donald W.. A criança e seu mundo. [S.l.]: Zahar Editores, 1975.
• A Criança Terceirizada – Os descaminhos das relações familiares no mundo contemporâneo. Autor José Martins Filho. Editora Papirus
• Evangelismo de crianças e adolescentes – Zelina M. R. da Paz
• APEC - Aliança Pró Evangelização das Crianças 1. Terra das Palmeiras ou Pindorama - Palavra de origem tupi que significa terra das palmeiras. Palmeiras como inajá, pupunha, buriti, tucum, tucumã, pindoba, tucumaí. Em Pindorama, todos os dias eram dos índios, e também dos papagaios, dos tamanduás, dos gaviões. E do urubu-rei, da jaguatirica, da ariranha, do jacaré-depapo-amarelo, do peixe-boi, do lobo-guará, do macaco-prego, do mutum. Pindorama era também como os povos ando-peruanos nomeavam esta terra em que hoje chamamos de Brasil, e que era habitada por milhares de diferentes povos. A estes povos, de línguas bem diferentes entre si, foram atribuídos nomes que muitas vezes não eram adotados por eles mesmos. Hoje, descendentes dos antigos povos como os Krenak, os Pataxó, os Mura, os Maxacali, os Xavante, os Krahó, os Xacriabá, os Karajá ou os Ticuna vivem nas aldeias lutando para preservar sua língua, seus hábitos, suas tradições e sua própria terra. Dos milhões de índios que viviam no extenso território brasileiro estão apenas alguns mil. Matemática estranha, que em quinhentos anos não multiplicou o número dos índios: subtraiu (Pindorama, Terra das Palmeiras - Castanha, Marilda - Infanto-Juvenil Editora Cosac Naify) header_Joas2
* Textos bíblicos (na ordem em que foram citados):
 "Porque D'us amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3.16)
 "Eis que em iniquidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe." (Salmos 51.5)
 "Isto é, a justiça de D'us pela fé em Jesus Cristo para todos e sobre todos os que crêem; porque não há diferença. Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de D'us; Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus." (Romanos 3.22-24)
 "Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram." (Romanos 5.12)
 "E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura." (Marcos 16.15)
 "Porque o amor de Cristo nos constrange, julgando nós assim: que, se um morreu por todos, logo todos morreram. E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou." (2 Coríntios 5.14,15)
 "Assim, também, não é vontade de vosso Pai, que está nos céus, que um destes pequeninos se perca." (Mateus 18.14)
 "Jesus, porém, disse: Deixai os meninos, e não os estorveis de vir a mim; porque dos tais é o reino dos céus." (Mateus 19.14)
 "E, lançando mão de um menino, pô-lo no meio deles e, tomando-o nos seus braços, disse-lhes: Qualquer que receber um destes meninos em meu nome, a mim me recebe; e qualquer que a mim me receber, recebe, não a mim, mas ao que me enviou." (Marcos 9.36,37)
 "E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como meninos, de modo algum entrareis no reino dos céus." (Mateus 18.3)
 "Vendo, então, os principais dos sacerdotes e os escribas as maravilhas que fazia, e os meninos clamando no templo: Hosana ao Filho de Davi, indignaram-se, E disseram-lhe: Ouves o que estes dizem? E Jesus lhes disse: Sim; nunca lestes: Pela boca dos meninos e das criancinhas de peito tiraste o perfeito louvor?" (Mateus 21.15,16)
 "Levanta-te, clama de noite no princípio das vigias; derrama o teu coração como águas diante da presença do Senhor; levanta a ele as tuas mãos, pela vida de teus filhinhos, que desfalecem de fome à entrada de todas as ruas." (Lamentações 2.19)
 "Porque uma porta grande e eficaz se me abriu; e há muitos adversários." (1 Coríntios 16.9)
 "Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele." (Provérbios 22.6)
 "Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso D'us; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça." (Isaías 59.2)
 "Mas D'us prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores." (Romanos 5.8)
 "E eles disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa." (Atos 16.31)
 "Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo." (Apocalipse 3.20)
 "Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá" (João 11.25)
confira no site do Projeto Semeadores os projetos infantis
Matéria publicada na Revista "Semeadores em Ação" (Ano 2 nº2): por Joás Inacio (Semeadores)


Foi Minha Força Na Fraqueza (Because you Loved Me)
Adriana Arydes (Céline Dion)

Por toda vez que me apoiou
Toda verdade que me fez ver
Toda alegria que trouxe pra mim
Por todos os erros que acertou
Por todo sonho que se realizou
Por todo amor que em você encontrei
Eu agradecerei pra sempre
Você me colocou de pé
Nunca me deixou cair
Verdadeiramente olhou pro que sou

Foi minha força na fraqueza
Foi minha voz na solidão
Foi meu olhar na escuridão
E o melhor que há em mim
Me levantou quando eu precisei
E me deu fé acreditando em nós
Eu agradeço a Deus por nosso amor

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